Há padrões que atravessam séculos sem perder a força. As listras preto e branco são um deles — e é nesse território de elegância atemporal que nasce a Maggie, a nova saia-calça da Água do Mar.
Do mar para o guarda-roupa
A história das listras na moda tem um capítulo decisivo escrito pela marinha francesa. Em 1858, os uniformes náuticos adotaram o padrão listrado por uma razão prática: tornar os marinheiros mais visíveis no mar. O que era função virou estética. As chamadas "listras bretãs" ganharam os portos, depois as ruas, e finalmente a alta-costura quando Coco Chanel as elevou ao status de sofisticação no início do século 20.
Mais de um século depois, esse espírito marinheiro continua vivo — agora traduzido em uma peça que une conforto contemporâneo e presença visual. A Maggie carrega essa herança sem nostalgia: ela olha para a frente.
Uma peça, dois movimentos de listra
O que torna a Maggie especial não é apenas a estampa, mas como ela é construída. As listras mudam de direção ao longo da peça: horizontais nas laterais, verticais no painel frontal. Esse jogo cria profundidade visual e desenha uma silhueta alongada — um truque de alfaiataria que as listras sempre souberam fazer melhor do que qualquer outro padrão.
Confeccionada em malha premium, a peça tem o caimento fluido de uma saia e a liberdade de movimento de uma calça pantalona. A faixa de amarração na cintura, contornada em preto, fecha o look com um laço marcante que ajusta o caimento ao corpo de cada mulher.
Por que o preto e branco nunca sai de moda
Existe uma razão para o monocromático listrado ser eterno: ele é, ao mesmo tempo, neutro e expressivo. Combina com tudo, mas nunca passa despercebido. É a peça que resolve o dilema de quem quer elegância sem esforço e personalidade sem exagero.
A Maggie acompanha esse raciocínio. Ela transita do casual chic ao sofisticado conforme o que a acompanha:
- Para o trabalho: camisa branca por dentro e um blazer estruturado.
- Para um evento: regata preta, sandália de salto fino e brincos marcantes.
- Para o fim de semana: tricô leve e rasteira, para um conforto que não abre mão do estilo.
- Para viajar: a malha não amassa e acompanha o corpo o dia todo.
Uma herança vestível
Vestir listras é, de certa forma, vestir história — daquela visibilidade náutica do século 19 à elegância descontraída que Chanel ajudou a consagrar. A Maggie traz essa narrativa para o presente em uma peça pensada para a mulher que valoriza atemporalidade, conforto e design com intenção.
Algumas heranças a gente guarda. Outras, a gente veste.
A Maggie já está disponível no site. Peça única em cada tamanho.
